Modelo Português
A liberalização trouxe concorrência, inovação e maior eficiência, sob supervisão da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos).
Liberdade de Escolha
O consumidor decide com quem contrata energia, beneficiando de preços, serviços e soluções diferenciadas. Mais opções significam maior flexibilidade.
Papel da Regulação
A ERSE e a DGEG garantem transparência e proteção do cliente, assegurando regras equilibradas para todos os agentes do mercado.
O papel dos comercializadores
Os comercializadores são o elo central do mercado liberalizado.
Através da ACEMEL, estas empresas trabalham em conjunto para garantir um mercado justo, transparente e tecnicamente sólido.
Intermediação energéticaLigam o produtor e o consumidorCompetitividadePromovem inovação e eficiênciaSustentabilidadeIntegram energia renovável e soluções verdes nos seus portfólios

Indicadores do Setor Energético
01
Produção e Geração
Energia proveniente de fontes renováveis e não renováveis (centrais elétricas, barragens, parques solares e eólicos).
É neste primeiro e essencial elo que a energia é criada, dando início a todo o ciclo que alimenta o país. A transição para uma produção cada vez mais limpa e eficiente é a base do futuro energético de Portugal.
02
Transporte e Distribuição
A energia percorre a Rede Elétrica Nacional (REN) e as redes de distribuição locais.
Esta é a rede que liga Portugal. Garantimos que a energia, de qualquer ponto de origem, chega de forma segura e estável a todo o território, até à porta de cada consumidor.
03
Comercialização e Consumo
Os comercializadores adquirem energia no mercado ibérico e fornecem-na a consumidores domésticos e empresariais, em ambiente de livre concorrência.
É nesta fase que a energia encontra o consumidor. A ACEMEL representa os comercializadores que trabalham diariamente para oferecer transparência, inovação e escolha, colocando o poder de decisão nas mãos das famílias e empresas portuguesas.








